Fisioterapeuta acreana relata rotina de alertas após terremoto no Japão
Asami Takahara, fisioterapeuta de 29 anos originária do Acre, vive em Osaka há cerca de dois anos e meio enquanto realiza mestrado. Ela descreve que pequenos abalos são frequentes e que o terremoto de terça‑feira no sul do país causou mortes e feridos. Takahara afirma que a população mantém vigilância constante diante desses eventos.
Por que importa: Mostra a percepção de residentes estrangeiros sobre a frequência sísmica no Japão e a necessidade de preparação contínua.