Jovem de 19 anos supera trauma de feminicídio ao reconstruir vida no interior
Um jovem de 19 anos testemunhou o assassinato da mãe pelo pai em agosto de 2023, em São Paulo. Ele passou a ser considerado órfão de feminicídio e relata que não se define pelo acidente. Atualmente, vive no interior, buscando construir uma nova vida longe do trauma. O caso destaca a invisibilidade dos filhos de vítimas de feminicídio.
Por que importa: Ilustra o impacto prolongado da violência doméstica sobre crianças e a necessidade de apoio psicossocial.
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